O paciente chega pedindo suplementos. Você não sabe se prescreve, investiga mais ou simplesmente ignora o tema.
Seu paciente já usa anti-psicóticos ou antidepressivos. Quais nutracêuticos são seguros? Quais potencializam ou prejudicam o tratamento?
Você sabe que magnésio pode ajudar. Mas qual forma, qual dose, qual janela terapêutica? Prescreve às cegas ou prefere não prescrever.
A internet está cheia de promessas. Fica difícil separar o que tem respaldo científico real do que é modismo sem substância clínica.
Professores das principais pós-graduações de Nutrologia do Brasil, junto a endocrinologistas e especialistas com atuação clínica ativa.